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 Perguntas e respostas de Rossi no seu regresso a casa

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MensagemAssunto: Perguntas e respostas de Rossi no seu regresso a casa Perguntas e respostas de Rossi no seu regresso a casa Icon_minitimeJunho 11th 2010, 17:42

Perguntas e respostas de Rossi no seu regresso a casa 110610rossicasah
1. Vale, a primeira questão: como te sentes? Ainda tens dores?
“A parte boa disto é que o pior já passou e que as duas operações correram bem, por isso está tudo bem. Agora espero um período difícil, no qual tenho que estar ciente dos riscos de infecção e durante o qual tenho que manter a perna constantemente elevada. Depois virá um segundo período-chave, que é quando poderei começar a minha reabilitação e, com suporte na perna, poderei começar a andar com muletas.”

2. O Dr. Buzzi falou num período de recuperação de cinco ou seis meses. Que pensas disso?
“É de esperar que o Dr. Buzzi seja muito cauteloso no seu prognóstico. Eu quero curar a lesão, é a minha única preocupação. Se faltar a quatro corridas ou seis, não fará qualquer diferença. A altura certa para regressar poderá ser em Brno, mas não terá que ser assim necessariamente.

3. Lembras-te do acidente?
“Lembro-me de tudo perfeitamente. Não bati com a cabeça nem com mais nada. O airbag do meu fato funcionou muito bem
e o meu capacete ficou apenas ligeiramente arranhado. Não tenho uma única nódoa negra! O problema foi que aterrei em cima da perna, e ela ficou presa debaixo do meu corpo. Se tivesse aterrado de costas poderia ter sido diferente. Tinha um novo pneu montado e tinha feito duas voltas, depois abrandei porque tinha o Barbera atrás de mim. Quando voltei à linha de corrida o Pedrosa chegou-se e não lhe quis causar problemas por isso desviei-me de novo mas depois quando voltei a acelerar, aconteceu de repente e sem aviso. Sete segundos foram suficientes para descer a temperatura do pneu drasticamente. O erro foi meu.”


4. A quem gostavas de agradecer?
“Primeiro que tudo quero agradecer ao Professor Buzzi do CTO Careggi em Florença e a todo o seu pessoal, porque foram brilhantes.
Felizmente, ter acontecido em Mugello significou que não estava longe de Caregge e isso foi uma sorte. Quero ainda agradecer a toda a gente do hospital Careggi e a todas as enfermeiras por me terem tratado tão bem, e ainda ao pessoal da Clínica Mobile e aos comissários de pista de Mugello. Finalmente, um grande olá e agradecimento especial a todos os meus fans porque nunca, nem por um segundo, me deixaram esquecer o afacto e apoio que me dão sempre. As mensagens que vi na televisão no Domingo do circuito foram espectaculares.”


5. Desde o acidente, houve algum momento em que dissesses “vou parar de correr de moto”?
“Sinceramente, não senti qualquer medo. Fiquei um pouco horrorizado quando vi a perna, sim…mas o que gosto menos é de faltar a tantas corridas! Vou tirar o tempo necessário e confirmar que não faço nada estúpido, pois quero voltar rapidamente mas só quando a minha condição o permitir. Sei que terei moto no próximo ano e não preciso de apressar o regresso para demonstrar nada. Posso faltar apenas a quatro corridas, mas não regressarei para vencer o campeonato. É melhor se cuidadoso, terminar a recuperação da melhor forma e voltar para correr por muitos mais anos. Falei com vários outros desportistas, muitos mesmo, que tiveram o mesmo problema que eu. Um exemplo de todos: Mark Webber ligou-me e também ele teve uma fractura exposta na perna direita. Ele disse-me para ser paciente e que teria momentos de desconforto, mas que no final a recuperação é garantida.

6. Agora vais ter algum tempo em casa para descansar e pensar…
“Sim, agora terei muito tempo em casa para descansar, recuperar e pensar. Primeiro, quero usar esse tempo para melhorar algumas coisas. Quero melhorar o meu inglês, aprender coisas novas, ler bastante. Casicamente, quero melhorar e aprender. Isto será certo. Se a tua questão fosse referente a 2011, este incidente não infuenciaria as minhas escolhas para o ano seguinte de forma alguma. O sábado passado não mudou nada. Só tenho uma perna partida a mais! O resultado de 2010 nunca foi relevante para as minhas decisões para o futuro.

7. Durante o teu descanso forçado, vais também trabalhar no teu ombro magoado?
“Definitivamente, sim. Esta é uma das coisas positivas deste incidente; finalmente posso trabalhar na reabilitação do ombro, sem pressa, sem operação e sem corridas. A partir de amanhã recomeçarei os exercícios, deitado na cama, e tenho a certeza de que quando regressar o ombro estará completamente recuperado. Quando voltar estarei em perfeita forma, apesar de isso não significar que poderei vencer logo. Quando regressas após uma paragem forçada não podes pensar só no corpo, mas também na mente. Não conseguirei regressar e vencer de imediato.”



Fonte:Motociclismo
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